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«os vazios são maiores, e até infinitos.» Manoel, meu xará, de Barros.
domingo, 20 de julho de 2014
abarco nos olhos a maré que esvazia
desce entre as ondas restos do manguezal
fecho-os
mantenho firme a areia na ampulheta de meus pés
rezo baixinho para brisa:
esquecer, esquecer, esquecer
até os lábios secarem com o sal
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