sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Good Weed

E quando as formigas recebem asas e não abandonam seu formigueiro?
E quando Maomé chega a montanha?
E quando o milagre corre no meu sangue vinhoso, como água?
E quando as equações matemáticas resultam sempre em um valor?
qual é a resposta?
qual música deve ser tocada?
que livro você esta lendo?

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Alpondra #3


Eis o Pecado Original.
Aceita um pedaço?


_______________X______________________
Alpondra #2

Alpondra#1

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

C.L

Porque há direito ao grito, então eu mio.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

The doors


Eu sou daqueles, como Tim Maia, que acredita que toda grande obra vem da tragédia. Isso justifica minha falta de postagem aqui.
Estou num momento onde a tristeza e os problemas nem se resumem a pedras no meu caminho. Me divirto com todo teatro dramático pseudo-virtual crtl+f humano, e ser uma estrela como Charlie Chaplin não é para todos. E com o meu silêncio é que eu venho respondendo.
Ontem eu vivi um grande Déjà-vu, não desses que quando você fala 'eu já vi isso' tudo para, foi uma sequência! Dos meus pensamentos mais loucos; Essa sensação era que realmente eu já havia passado por aqui, vim do futuro para desfazer alguma ação que mudaria minha vida toda, hoje, não sei. Creio que consegui... isso é bobagem.

Do meu último texto, apenas um verso incompleto. 'Qualquer coisa maior que teu mundo que caiba em meus olhos.'.Como a miopia.



P.s: Ainda continuo comendo pizza para escrever, pois as drogas que abrem a porta da percepção fecham várias outras.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Nascimento do amor.



Foi no contato das mãos,
que o amor ia nascendo no menino.
Era a primeira vez, e a inexperiência com os sentimentos fazia que seus olhos falassem.
Dali, nascia as cores, a repartição.
Agora já era um homem, por dentro.


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

- Refrão.

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As vozes iam secando as gargantas, e lentamente cifras soltas molhavam toda sede.
Vozes velhas, vozes novas. Sem idade.
Parecia uma oração.
E era.
Era a seita para deusa alegria.
Era o samba nos quadris,
e a bossa nova combinando com as roupas.



Porque o poeta sabia rimar vida com felicidade. E o povo aplaudia aquela poesia em versos brancos.

domingo, 29 de junho de 2008

Comunhão matemática.

Então Deus multiplicou o pão.
O pão multiplicou o homem.
O homem multiplicou o Deus.



Mulher Vitruviana

Nas mãos de um alfaiate, sem medidas - uma mulher despia toda sua verdade.
Coração maior que o cérebro.
Boca do tamanho dos olhos e maior que o ouvido.
Olhos, espelhos, do tamanho da boca, brilhante na mesma sintonia da sedução.
Pés, quadril, nariz... as medidas ia dando forma à uma nova roupa.
Vestida, do tecido mais fino e transparante, ia deixando transparecer seu corpo, sua alma.
Uma mulher medida, sem medidas exatas.